A falsidade deve ser um dom já que algumas pessoas a praticam com tanta naturalidade.
A M O R...
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
"HOJE"
Hoje existem edifícios mais altos e estradas mais largas, porém temperamentos pequenos e pontos de vista mais estreitos.
Gastamos mais, porém desfrutamos menos.
Temos casas maiores, porém famílias menores.
Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimentos, porém menos discernimento.
Temos mais remédios, porém menos saúde.
Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos valores humanos.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.
Chegamos à Lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer o nosso vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral....
Há mais liberdade, porém menos alegrias....
Dias em que há dois salários em casa, porém aumentam os divórcios.
Dias de casas mais lindas, porém de lares desfeitos.
Por tudo isso, proponho que de hoje e para sempre...
Não deixes nada “para uma ocasião especial”, porque cada dia que viveres será uma ocasião especial.
Lê mais, senta-te na varanda e admira a paisagem sem te importares com as tempestades.
Passa mais tempo com a tua família e com teus amigos, come a tua comida preferida, visita os lugares que amas.
A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não apenas para sobreviver.
Usa as tuas taças de cristal, não guardes o melhor perfume, é bom usá-lo cada vez que sentires vontade.
As frases “Um destes dias”, “Algum dia”, elimina-as do teu vocabulário.
Escreve aquela carta que pensavas escrever “Um destes dias”.
Diz aos teus familiares e amigos o quanto os amas.
Por isso não proteles nada daquilo que tornaria a tua vida em sorrisos e alegria.
Cada dia, hora e minuto são especiais... e não sabes se será o último...
Temos casas maiores, porém famílias menores.
Temos mais compromissos, porém menos tempo.
Temos mais conhecimentos, porém menos discernimento.
Temos mais remédios, porém menos saúde.
Multiplicamos nossos bens, porém reduzimos nossos valores humanos.
Falamos muito, amamos pouco e odiamos demais.
Chegamos à Lua, porém temos problemas para atravessar a rua e conhecer o nosso vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, porém não o interior.
Temos dinheiro, porém menos moral....
Há mais liberdade, porém menos alegrias....
Dias em que há dois salários em casa, porém aumentam os divórcios.
Dias de casas mais lindas, porém de lares desfeitos.
Por tudo isso, proponho que de hoje e para sempre...
Não deixes nada “para uma ocasião especial”, porque cada dia que viveres será uma ocasião especial.
Lê mais, senta-te na varanda e admira a paisagem sem te importares com as tempestades.
Passa mais tempo com a tua família e com teus amigos, come a tua comida preferida, visita os lugares que amas.
A vida é uma sucessão de momentos para serem desfrutados, não apenas para sobreviver.
Usa as tuas taças de cristal, não guardes o melhor perfume, é bom usá-lo cada vez que sentires vontade.
As frases “Um destes dias”, “Algum dia”, elimina-as do teu vocabulário.
Escreve aquela carta que pensavas escrever “Um destes dias”.
Diz aos teus familiares e amigos o quanto os amas.
Por isso não proteles nada daquilo que tornaria a tua vida em sorrisos e alegria.
Cada dia, hora e minuto são especiais... e não sabes se será o último...
sábado, 22 de setembro de 2012
Frase
Não é possível destruir o passado para reconstruir o presente, mas é possível reconstruir o presente para reescrever o passado.
Augusto Cury
Augusto Cury
sábado, 14 de julho de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
A UM AUSENTE
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste
Carlos Drummond de Andrade
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